
MANGATA (com uma bolinha em cima do primeiro A), é uma palavra sueca que não tem tradução direta para nossa língua. Quer dizer "o reflexo da lua sobre o mar, que parece um caminho".
Nesse programa inicial de autoconhecimento, é basicamente isso que fazemos: refletimos uma luz no mar dos seus sentimentos, do seu inconsciente. É um caminho de autoconhecimento que mexe com a Sombra de maneira gentil.
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INCÔMODO? DILEMA?
Às vezes temos a sensação de estar dando murro em ponta de faca; a sensação de que há tempos tentamos mudar algo em nossa vida sem conseguir. E parece que o mundo está jogando contra ...
Esses incômodos são bem mais comuns do que se imagina a princípio. Possivelmente todos temos incômodos parecidos.
Buscar uma solução externa – um novo emprego, mudar de cidade ou país, buscar novos relacionamentos – é como fugir da própria sombra. Literalmente ...
A abordagem mais eficaz para resolver nossos dilemas é entender como funcionamos, especialmente nossa Sombra, nosso inconsciente. Como disse Jung:
“Até que você torne o inconsciente consciente, isso irá direcionar sua vida e você o chamará de destino.”
O Programa Mangata desvenda como resgatar do inconsciente aquilo que já podemos absorver, num contexto seguro e estimulante.
Programa MANGATA: um mergulho interior em 12 encontros semanais
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EM GRUPO (contate-nos para saber quando será a próxima edição)
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INDIVIDUAL (quando quiser, no seu ritmo)
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ALGUNS DEPOIMENTOS
“Me fez entender como vinha me sabotando e me impedindo de crescer. Me proporcionou uma experiência única de entendimento. Acho necessário e profundo.”
“O Programa MANGATA é a porta de entrada para dentro. É o mergulho para dentro que todo mundo deveria ousar fazer. Foi muito importante na minha vida. Foi o despertar da consciência, da consciência de quem eu sou, o início do caminho do autoconhecimento, no sentido da palavra.”
“Os encontros foram muito interessantes com uma a metodologia diferente que nos conecta com nosso eu mais íntimo. É uma jornada que vale a pena para quem quer se conhecer melhor e busca um maior entendimento dos processos internos de cada um, sejam eles: os medos, os sonhos ou as vontades.”
“Foi uma experiência incrível e bem diferente. Muitas das coisas que discutimos vou levar para sempre.”
“Adorei o curso, foi uma experiência muito bacana! Indicado para aqueles que estão em busca de autodesenvolvimento.”
"Obrigado por tudo, foi uma benção para mim esta jornada."
"Gostaria apenas de agradecer por essa incrível experiência que certamente foi transformadora pra todos nós."
"O Mangata é uma grande jornada de revelação interior. Conhecer melhor a nós mesmos é muito gratificante, mas é uma longa e contínua trilha de lições e aprendizados. Felizmente, no programa é possível fazer isso compartilhando vivências com pessoas que estão na mesma busca. Todos temos a oportunidade de descobrir quem realmente somos, livre de julgamentos, e repensar em nossas escolhas e no potencial do que podemos viver. Sou muito grato por toda a experiência que pude compartilhar durante o programa; foi sem dúvidas bastante transformador!"
VOCÊ QUER SER PERFEITO OU INTEIRO?
Uma pergunta junguiana, mais importante do que parece a primeira vista ...
Essa pergunta é uma variação da questão fundamental “quem sou eu?”, mas carrega consigo os indícios do caminho a percorrer. Parece evidente que a resposta a ambas perguntas não pode ser encontrada nas escolas, universidades, bibliotecas ou na Internet. Sim, a resposta só pode ser encontrada dentro de cada um, e por cada um. Ou seja, não é uma experiência unicamente cognitiva que se pode transmitir, mas é uma experiência integral que é preciso vivenciar. Pessoal e intransferível.
Na ânsia de ser perfeito, tão bem cultivada em nossa sociedade, buscamos inclusive a perfeição do Ser, a perfeição espiritual, e não poupamos esforços para ‘melhorar’ como pessoas. Isso leva ao que John Welwood cunhou, há mais de 30 anos, de ‘spiritual bypassing’. ‘Spiritual bypassing’ é nome dado ao mecanismo de ‘usar ideias e práticas espirituais para contornar ou evitar enfrentar questões emocionais não resolvidas, feridas psicológicas e tarefas de desenvolvimento inacabadas”.
O que nos remete à pergunta Junguiana. Indo direto ao assunto, o caminho é para dentro e envolve olhar para a Sombra, esse lugar para onde empurramos tudo aquilo que não admitimos em nós mesmos – as tais questões emocionais não resolvidas, feridas psicológicas e tarefas de desenvolvimento inacabadas. Ninguém gosta de mexer na Sombra: dói, cheira mal, tem muita feiura. É preciso ter coragem para entrar na ‘caverna do dragão’. Mas, como todo herói ou heroína em sua jornada, é o preço a pagar pela maior de todas as conquistas: a de si mesmo.
A boa notícia é que, quando desafiada, a Sombra se revela muitas vezes mais mansa do que sua fama. Um pouco como o Mágico de Oz …
Vale ressaltar que também jogamos para a Sombra as qualidades e potencial que não reconhecemos em nós. O nosso maior tesouro está dentro de nós mesmos.

